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terça-feira, 20 de abril de 2010

O trabalho dignifica o ser humano.

O trabalho dignifica o homem, como criatura e ser humano.
“Todo ser humano tem direito ao trabalho”, à livre escolha do emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e a proteção contra o desemprego. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho. Toda pessoa
que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure,
assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para a proteção dos seus interesses.” (ONU – Organização das Nações Unidas, Declaração do Universal dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 1948, artigo 23.) Nenhum tipo de trabalho, por si só, denigre o ser humano. Aviltantes podem ser as
condições em que ele é realizado, o desprezo por atividades menos intelectualizadas,
ou a sua desvalorização material, monetária. Quando à sua riqueza inerente, basta
observar as mais variadas funções que são exercidas na sociedade. Esta variação vai
desde o trabalho braçal, mais pesado, até o trabalho intelectual mais sutil, porém não
menos penoso. O que enobrece o trabalho e o trabalhador é a capacidade de se
produzir com ele uma série de bens úteis à pessoa, à sua família, ao grupo social e à
comunidade, em sentindo mais amplo.
Transformações
Como você observou GLOBALIZAÇÃO as mudanças no mundo do trabalho produzem
diversas modificações nas estruturas e na engenharia produtiva das empresas, em
geral.
A automatização dos postos de trabalho substitui muita mão-de-obra, inclusive a
qualificada. Novos equipamentos exigem arranjos físicos ou leiautes diferenciados; adescentralização dos parques industriais e sua interiorização em busca de novos
incentivos fiscais, acarreta mudanças físicas e culturais aos trabalhadores que
permanecem no emprego. Enfim, para que as organizações mantenham sua
competitividade nos mercados internos e externo, elas passam a exigir novas
COMPETÊNCIAS dos trabalhadores. O especialista de ontem passa a ser o
generalista de hoje, onde já não basta apenas o “saber fazer” específico de uma
profissão. Faça sua auto-avaliação:
• Você já pensou em quantas coisas sabe fazer, fora da sua profissão?
• Identifique algum tipo de atividade que você gostaria de aprender a fazer e que vem
adiando há muito tempo!• Localize pessoas ou instituições que poderiam ajuda-lo (a) a realizar este desejo. Bem leitores, por hoje é só, e até a próxima semana. Abraços. Estejam sempre em comunhão.

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